Ações de educação em Defesa das Cabeceiras

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O Pacto em Defesa das Cabeceiras do Pantanal conta agora com uma ação muito especial para sua missão. Ações de educação desenvolvidas pela SLC Agrícola, uma das maiores empresas agrícola do Brasil, que pretendem atingir 700 estudantes.

Nos próximos meses mais de 40 atividades com a temática ambiental serão realizadas na região da Bacia do Alto Paraguai. Sendo 20 de educação ambiental para crianças e 20 de treinamento para recuperação de áreas degradadas e recuperação de nascentes.

As atividades foram iniciadas nessa semana, com visitas às escolas CME Julio Praxede Duarte, Olegário Moreira de Barros e Emanuel Pinheiro da Silva Primo. Além disso, também está sendo realizado um treinamento de recuperação de nascentes para os servidores da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Agricultura, Meio Ambiente e Turismo de Nortelândia, para que estes sejam multiplicadores em assentamentos.

Segundo Paula Silvério (Coordenadora Ambiental e da Qualidade – SLC Agrícola) as ações nas escolas são focadas em educação ambiental e reforçam a importância do indivíduo como parte do meio ambiente. “Principalmente no que diz respeito a gestão de resíduos, utilização sustentável dos recursos naturais e o papel do Cerrado na conservação e estabilidade do Pantanal. Além disso, vamos levar nosso conhecimento das melhores práticas para recuperação de áreas e nascentes a pequenos agricultores e interessados”.

Paula fala sobre essa primeira experiência “a recepção dos diretores, professores e alunos foi de muita hospitalidade, energia e alegria. ”

Ela ainda enfatiza que para a SLC Agrícola “essas ações visam cumprir os desafios assumidos no Pacto e estão extremamente ligadas ao Sonho Grande da empresa, que é de impactar positivamente as gerações futuras, sendo líder mundial em eficiência no negócio agrícola e respeito ao planeta”.

O Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Econômico, Social, Ambiental e Turístico do Alto do Rio Paraguai tem sido fundamental para as articulações entre SLC, o WWF e as escolas dos municípios. Isso mostra como o modelo intersetorial promovido pelo Pacto é potente e capaz de promover novas oportunidades para a conservação. Jackeline Rodrigues de Souza Ormond, Secretária Executiva do Consórcio, comenta sobre esse processo. “fiz a interlocução com as secretaria de educação e escolas, fiz os levantamentos de número de alunos e endereços, e agora estou fazendo o acompanhamento in loco, basicamente a ideia é mobilizar e organizar, para que a Paula possa chegar e dar sua palestra”. Ela ainda afirma que “acompanhar esse trabalho com a SLC está sendo muito gratificante, porque vemos que estamos plantando uma semente nos alunos e os professores darão continuidade aos temas”.

Para Breno Melo, Analista de Conservação do WWF-Brasil, uma ação de educação ambiental sendo realizada por um parceiro é uma excelente notícia. “Ainda mais nas escolas, pois a fixação do conteúdo é maior. A ideia é que futuramente a gente consiga inserir a defesa das cabeceiras dentro da própria grade curricular das escolas, por isso precisamos trabalhar junto com o Estado, para mobilizar e concretizar esse tipo de ação.”

Breno ainda conclui. “Estamos muito felizes em ver essas ações propostas pela SLC e esperamos que esse protagonista contagie outras instituições para aderirem ao Pacto e que também mobilizem os signatários para novas ações”.

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O que as instituições ganham ao assinar o pacto?

O Pacto não arrecada e não arrecadará recursos financeiros específicos para seu funcionamento. Portanto, para alcançarmos os objetivos comuns, cada instituição quando o assina se compromete a usar recursos humanos e financeiros próprios para alcançar os objetivos comuns.