Produtores rurais podem ser remunerados por cuidar das nascentes

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Cenoura, repolho, banana, carne, leite e… água! Além do cultivo tradicional, os produtores rurais também podem produzir em suas terras o líquido essencial para o desenvolvimento e para a vida. Por meio do“Programa Produtor de Água” da Agência Nacional de Águas (ANA), os proprietários de terra que decidem aderir ao Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) são remunerados por atuar em prol da conservação e da preservação dos recursos hídricos.

O PSA paga ao produtor um valor proporcional aos benefícios que ele gera. Atualmente a ANA atende 38 projetos em todo o país, somando mais de 400 mil hectares e mais de 1200 produtores. Os pagamentos são feitos após a implantação do projeto e são baseados em custos de referência pré-estabelecidos. Ainda não existe no Brasil uma lei federal que regule o PSA, portanto, a formalização dos contratos com os produtores selecionados para participar do Programa é estabelecida por meio de critérios estabelecidos em editais públicos.

“Só há uma maneira de aumentar a oferta de água: permitindo que a chuva infiltre no solo para recarregar os aquíferos e aumentar o volume disponível nas bacias; se a água não infiltrar haverá cada vez mais enchentes, erosão e escassez durante a seca”, afirmou Devanir Garcia dos Santos, coordenador do “Programa Produtor de Água” da Agência Nacional de Águas (ANA). “E para que a água infiltre no solo é necessário aumentar a cobertura vegetal, mas isso não quer dizer replantar florestas: o que precisamos é ter áreas cultivadas que sejam produtoras de água – além de produzir grãos, carne e leite, o produtor tem que produzir água também”, continuou o representante da ANA.

Quer saber mais sobre o assunto?

Se você tem propriedades em Tangará da Serra, participe no dia 15 de julho do lançamento do edital de PSA da cidade.

Local: Auditório do IFMT, rua 28, 980 N, Vila Horizonte

Data: 15 de julho

Horário: 14h

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